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Textos com Etiquetas ‘dança’

Mulheres no Salão (que não é de beleza… mas de dança) – Por Jucimara Sequinel (Asgar C. D.)

27, maio, 2009

Ouvindo depoimentos de algumas damas praticantes da dança de salão, alunas, professoras, amiga da amiga… enfim, todas que se dispuseram a dar alguma informação a respeito do que vem e sentem; sintetizamos a seguir um resumo geral do que nos foi passado, direta ou indiretamente.

A pergunta inicial foi: “Por que as mulheres vão para o salão?” Em décadas passadas, de acordo com as conversas com tias, mães e avós, as mulheres iam dançar nos bailes para “escolher” aquele que seria seu futuro parceiro. Não apenas na dança, mas também na vida. Observavam como se vestiam e andavam, como dançavam ou agiam com as senhoritas desde o convite para bailar, durante a dança e até seu fim. O cavalheirismo e o romantismo eram atributos mais que necessários para se tornar um pretenso candidato, pois estavam diretamente relacionados ao caráter e à cultura do rapaz. Como isso elas tinham uma idéia clara de como seria a vida futura, como essas virtudes, presentes ou não, interfeririam na criação e educação dos filhos, na vida cotidiana, etc.

O que mudou com o tempo? O que se perdeu? O cavalheirismo ou o caráter? Não queremos dizer com isso que os cavalheiros precisam passar por um processo de seleção (apesar de que já o era) para se casarem, mas que características básicas que as damas buscam em seus pares existissem para um relacionamento baseado no amor e na amizade sólida que se pretendia construir. Lógico, que os grandes bailes propiciavam esses encontros e nos dias atuais não mais os temos. O mundo se “modernizou” e globalizou, vide a Internet. Tudo se perdeu? Os encontros são casuais, apenas passageiros ou por e-mail mesmo. E o romantismo? Aquele gostinho de conquistar? Ou tentar? Onde ficaram? Não existem tantos bailes como aqueles e, principalmente, presenciamos menos ofertas de lugares para se dançar a dois ou praticar a dança de salão. O que costumamos ver por aí é uma série de cavalheiros rodeando o salão, apenas olhando. O que será que pensam? Vou? Não vou? Arrisco-me em alguns passos? E se eu não souber? O que ela vai pensar? Ih, os outros vão rir de mim! Vou ser a gozação de meus amigos.

Será que eles estão apenas questionando sua habilidade de dançar mesmo? Ou afins de qualquer coisa, “exceto dançar”? E assim, novamente as “mulheres no salão” saem frustradas, chateadas por não encontrarem alguém que simplesmente bailassem com elas, porque na verdade era só isso que elas queriam ou querem hoje em dia. Se divertir sim, mas com glamour, com classe e, sobretudo com muita educação e sem preocupação, sentir que a vida não passou e sim que está apenas começando novamente, com uma nova perspectiva para ambos, a juventude plena e eterna agindo através de um ânimo alegre e descontraído.

Por outro lado, será que nossa ousadia e uma maior presença no mundo moderno não assustam muitos homens? Inseguros, muitas vezes permanecem estáticos, só observando. Não vamos massacrar os homens. Muitas vezes eles perderam o cavalheirismo por “falhas” da própria mulher que, com a conquista de sua independência, provoca essa atitude! O que acontece geralmente é que o resgate do cavalheirismo começa quando um homem passa a freqüentar aulas de dança. Aí ele percebe seu verdadeiro sentido. Dançar por prazer, respeitando a dama e não para tirar uma “casquinha” da mulher. É certo que este tipo de cavalheiro não fica no salão com um copo na mão servindo de “parceira”. Ele aproveitará cada momento para colocar em prática o que aprendeu no salão e na vida!

É difícil para os homens? Sim, sempre. Mas também é para as mulheres! Que digam as casadas, ou que já tem seu namorado ou parceiro fixo. Costumamos achar que dançamos melhor que eles, até entrarmos para um curso de dança de salão quando, no decorrer das aulas, percebemos que não sabemos nada. Tanto quanto eles. Percebemos que, além de querer dançar, você tem que aprender a se deixar conduzir, o que não é nada fácil nos dias de hoje, onde a mulher está abarcando mais responsabilidades para si, direta ou indiretamente. São: sua casa, seus filhos, família, carreira, conflitos, seu dia-a-dia… Porém, descobrimos que se deixar conduzir exige uma cumplicidade, uma troca, um despertar de sensibilidade de ambos, para que as experiências ali aprendidas comecem a lapidar as arestas e então encontrar o encaixe e a união harmoniosa. O famoso “sincronismo”! É isso que você aprende numa aula de dança. Não são só passos e técnicas. Você aprende a ser mais sensível, mais paciente, mais receptiva, ao mesmo tempo em que mais doadora, você aprende a improvisar. Você aprende que o erro existe, mas que o mais importante é identificá-lo o mais rápido possível, e então corrigi-lo, sem se preocupar com quem errou, senão você perde o objetivo principal que é DANÇAR!!! Tem momentos em que você tem a necessidade de conter as emoções, saber considerar e dar nova chance… Aprendemos que assim é a vida também. Você tem que estar em sintonia com seu parceiro, seu trabalho, seus filhos. Você tem que aperfeiçoar esta sensibilidade para que ambos caminhem juntos, dancem a mesma música, pois se assim não for, um sempre vai levar ou dar um “pisão” no pé do outro… É um exercício constante. “Para dançar, basta você querer aprender a dançar!!!”

Jucimara Sequinel
(Asgar Centro de Dança)

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Academias de Dança de Salão de Joinville

22, maio, 2009

É gente, o grande dia esta chegando! E você já está preparado para essa disputa? Uma boa saída pra todos os “Pés de Valsa”, que querem aprender ou aprimorar alguns passos e não fazer feio no Ritmos a Dois 2009, é buscar por ajuda de profissionais. Pensando nisso, pesquisamos alguns endereços de Academias de Dança para você arrasar nas pistas!

Academia Andança Pró Performance
Rua Paraná, 390 – Anita Garibaldi – Joinville/SC
Tel: (47) 3422-5182
www.andancaacademia.com.br

Asgar Centro de Dança
Rua Conselheiro Lafayete, 86 – Boa Vista – Joinville/SC
Tel: (47) 3433-0618 / 9932-4776
www.dancasalaojoinville.com

Academia Átila Brenny
Rua Ministro Calógeras, 880 – Centro – Joinville/SC
Tel: (47) 3422-0723
www.atilabrenny.com.br

Dois pra Lá Dois pra Cá
Rua: Chapecó, 101 – Saguaçu – Joinville/SC
Tel: (47) 3422-6093
www.dancajoinville.com.br

Fábio Simões
Rua Itaiópolis, 470 – América – Joinville/SC
Tel: (47) 3441-3300

Stúdio Compasso de Dança e Terapia
Rua Rodolpho Schroeder, 71 – Iririú – Joinville/SC
Tel: (47) 8458-2458

Academia TG
Rua Gal Câmara, 99 – Bom Retiro – Joinville/SC
Tel: (47) 3435-4879
www.tgacademia.com.br

E para o pessoal que não mora em Joinville, mas que também não quer fazer feio na pista, clique aqui e conheça mais academias de dança de Santa Catarina.

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Dançando no Salão – Por Kenio Roberto Nogueira (AJODS)

22, maio, 2009

A dança sempre foi uma paixão para os casais. Independentemente dos relacionamentos, sejam oficiais ou não, esta arte motivou e motiva os mais variados convívios. Desde as danças sagradas no oriente, nas cortes européias da Idade Média, as danças geométricas do Egito antigo, nos palácios gregos, enfim, a dança sempre esteve no centro das manifestações da alma humana em busca do sagrado. Sua prática tornou-se cada vez mais elaborada, havendo um aperfeiçoamento de movimentos ao longo da história.

Sob os aspectos físicos e psíquicos podemos ressaltar os efeitos terapêuticos, inclusive sociais, promovendo mais harmonia e novas amizades entre as pessoas. Médicos e terapeutas já indicam a prática da Dança de Salão para auxiliar no tratamento de casos de depressão, solidão, falta de coordenação motora, vícios de postura, etc. pois ocupa a mente, desenvolve os movimentos e promove consciência corporal. Com isso elimina maus hábitos, eliminando ou diminuindo a timidez, o medo do público e os preconceitos mais antigos que impedem o livre agir do ser humano. É considerada uma atividade física moderada / leve pelos especialistas, sendo também uma
manifestação artística da cultura popular de um povo.

A alegria proporcionada ao se dançar no salão, em movimentos harmônicos e ritmados ao som de fundo, acaba por contagiar todos aqueles que assistem os dançarinos. Vários alunos vêm me falar depois de poucas aulas: “Olha professor, ontem a gente foi num baile e as pessoas ficaram olhando a nossa dança. Acabou a música e algumas delas vieram nos cumprimentar e dizer como estávamos dançando bem…!” Esse tipo de acontecimento não é surpresa para quem já aprendeu a dançar, e muita gente já deve ter passado por isso algum dia. É gratificante, pois manifesta o reconhecimento de nosso esforço pelo público. Do esforço recompensador de quem aprende a dar os primeiros passos; sim, porque num salão de baile há os dançarinos na pista e o público nas mesas. Sempre essa dualidade a representar uma espécie de “micro-espetáculo” natural.

Isto é dança de salão! Isso é arte! Isto é o princípio da harmonia entre um homem e uma mulher. Tão difícil de se ver hoje em dia, mas que a dança de salão se propõe a ensinar. Ensina o respeito, o tempo certo de fazer as coisas, além do ritmo e da postura na hora da dança. Como o cavalheiro postar-se em frente à dama, como a
dama interagir com ele e como duas pessoas que nunca dançaram na vida podem se entender muito bem no salão. Com algumas aulas o aluno já sente segurança em convidar uma dama para dançar sem medo de errar o passo ou fazer feio no meio do baile. E mais, ele dança de tudo!

Começando pelo BOLERO, um ritmo romântico, para dançar a dois e bem juntinho, com suavidade, firmeza e elegância. Depois passa para o SAMBA DE GAFIEIRA, um ritmo genuinamente brasileiro, que popularizou o samba nas mais diversas regiões do nosso Brasil. Aí ele vai para o FORRÓ, um ritmo muito gostoso de se dançar e que todo mundo sente prazer na música, desde os mais jovens até os mais idosos, que apreciam a voz e a música de nossos sagrados cantores, como Luiz Gonzaga, Elba
Ramalho, Fala Mansa e outros. Aí chega a vez de reviver o passado, a época de ouro dos anos 50, 60 e 70, onde o rock tomou forma e corpo na América e no mundo
inteiro, em variadas vertentes e matizes que se estendem até hoje. Tudo isso é aprendido na dança de salão além dos ritmos caribenhos, como a SALSA (extremamente explosiva e até mesmo romântica e “política”, tem para todos os gostos), o merengue, o mambo, o cha-cha-cha, o zouk (ou lambada-zouk, como queiram), etc. E não vamos nos esquecer da clássica VALSA, que também tem que ser devidamente conhecida para ser bem dançada, pois apesar de ser aparentemente fácil, tem suas características que lhe dão um grau de dificuldade considerável.

Enfim, a dança de salão é rica. Tão rica quanto as etnias que vivem no solo de nosso grande e cultural país, ainda que espalhadas ao longo da América do Sul, pois que o TANGO genuíno e bem caracterizado, é o argentino. Assim é que, se no tango encontramos muita introspecção, sedução e cumplicidade, podemos praticar alegria,
explosão e irreverência, no nosso samba bem brasileiro.

E que vença o equilíbrio perfeito entre a Essência e a Forma!

Kenio Roberto Nogueira
Vice-presidente AJODS
(Assoc. Joinvilense de Dança de Salão)

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Tango & Milonga

21, maio, 2009

Pessoal, vocês já se deram conta do quão fantástico é o prêmio do Ritmos a Dois 2009? Não? Então esse post vai pra você:

As pistas de dança comuns você já conhece. Que tal experimentar agora as maiores pistas de dança dos mares?

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Grandes Campeões de 2008

20, maio, 2009

Gente, todos sabem que o Ritmos a Dois 2008 foi um grande sucesso (e com certeza este não vai ser diferente), deixando a todos com aquela saudade. E para “matar” um pouquinho deste sentimento que tanto nos tortura, decidimos então dar um presente pra galera do Blog, postando os melhores momentos dos Grandes Campeões do ano 2008. Vai aí algumas fotos:

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